sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A desertificação causada pelo Dilúvio de Gênesis

A DESERTIFICAÇÃO CAUSADA PELO DILÚVIO DE GÊNESIS: UM MODÊLO EM PEQUENA ESCALA NA BARRAGEM DE ALGODÕES


Depois da grande destruição causada pelo arrebentamento da Barragem Agodões I, no interior do Piauí, podemos ver nesta foto os sinais da grande destruição causada pela hidrodinâmica das águas que em pouco tempo transformou uma área verde em um deserto de pedras e areia.

A enorme quantidade de sedimentos formando verdadeiras montanhas de areia com granulação variada, (estando os maiores grãos embaixo e os menores em cima), prova a complexidade de uma poderosa avalanche de água com força para modificar qualquer cenário natural em poucas horas. Nesta foto (acima) podemos ver a incrível montanha de areia trazida de outro lugar pelas forças das águas e depositada em um novo cenário. Neste local, será impossível crescer ou cultivar qualquer vegetal; a quantidade de areia é massivamente alta para fornecer água e nutrientes às plantas.
Esse modelo é usado pelos criacionistas como o Dr. Carl Froed, para provar que todo o solo em que pisamos hoje na terra é, na verdade, os restos da erosão do mundo pré-diluviano depositados pelas águas do Dilúvio de Noé. As águas que inundaram o globo terrestre no Dilúvio de Gênesis provocaram tremendas mudanças no perfil geológico da antiga terra pré-diluviana. Seixos e outros tipos de rochas erodidas e boleadas, sedimentos variados, bem como imensas quantidades de areias foram arrastadas e depositadas em grande escala no mundo inteiro, dando provas de que houve uma imensa catástrofe de proporções globais na terra.
Neste mapa dos desertos (acima), é possível perceber que todos os continentes foram desertificados. O fenômeno da desertificação por depósitos de areia em larga escala é, assim, um fenômeno geológico global. Isso contribui para as provas cada vez mais contundentes de que o Dilúvio de Gênesis foi uma catástrofe global.

CONCLUSÃO:

A barragem de Algodões I prova que em poucas horas montanhas de areia foram depositadas em um novo cenário. Isso refuta a tese dos uniformitarianos que acreditam que os desertos ao redor do mundo foram formados lentamente, em milhões de anos. Acreditam também que o único elemento formador de desertos é o vento, que, ao modelo e à taxa do que acontece hoje, vagarosamente foi colocando camadas de areias, num processo que levou milhões de anos. Sabemos hoje que a água cria um deserto em poucas horas, dependendo de seu volume e velocidade. Os desertos ao redor da terra têm muito melhor explicação por uma enchente global do que por ventos, pois, nenhum deserto em larga escala está se formando hoje no mundo por meio de ventos. Embora haja grandes áreas sendo invadidas por areias ,for forças eólicas, ainda assim, nada se compara com os desertos continentais formados pelo Dilúvio de Gênesis.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

UMA MINIATURA DO DILÚVIO DE GÊNESIS


O ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE ALGODÕES: UMA MINIATURA DO QUE ACONTECEU NO ANO DO DILÚVIO DE GÊNESIS:
CATASTROFISMO EM PEQUENA ESCALA


Durante o inverno de 2009, a barragem de Algodões, situada no município de Cocal da Estação -PI, a 250 quilômetros de Teresina, rompeu-se por acúmulo d´água e instabilidade da construção, derramando sobre um vale, escavado por suas próprias águas, 57 milhões de metros cúbicos de água, no dia 30 de maio de 2009. Como o acidente deu-se em zona rural, algumas casas foram destruídas, algumas pessoas foram arrastadas e mortas pela violência das águas, e um vale misterioso foi formado em poucas horas. As águas diminuiram seu volume no segundo dia.


O grande volume d´água vazou pela latera direita da barragem provocando um imenso rasgo no solo e na parede rochosa formada por turbiditos de sedimentos calcáreos.

Nesta foto é possível ver a parede rochosa formada por estratos de sedimentos calcáreos que foi erodida pelas águas, e sob grande força hidráulica, arrastadas por quilômetros represa a baixo. Note-se que os pedaços de rochas no chão são provenientes da erosão da parede. Fica evidente aqui que foi necessário grande volume de água e força hidráulica necessária para destruir a parede rochosa.



Esta fota mostra o tipo de material sedimentar erodido e arrastado pelas águas da represa. Em poucas horas a perede foi desgastada e os estratos foram transformados em pequenos pedaços de rochas como esta que está aí no solo. Curiosamente a maioria das rochas enconradas no vale obedecem a um mesmo tamanho. Isto foipossível devido à estrutura do material estarificado.
Pode-se ver nesta imagem o rasgo no paredão que represava as águas. Muitas rochas foram erodidas.

Aqui encontro-me no meio do vale escavado pela represa, um ano após o acidente. Um pequeno córrego corre por todo o vale; há muita areia e uma vasta camada de rochas que foram erodidas e depositadas por uma longa distância pelo vale.

A HIDRODINÃMICA DO DILÚVIO DE GÊNESIS EM PEQUENA ESCALA
1. Rochas boleadas em poucas horas, depositadas distantes da represa

Podemos encontrar na parte mais distante da represa as rochas erodidas já no formato boleado. Isso indica que a energia desprendida pela água foi de uma grandeza suficiente para levantar essas rochas em grande quantidade, rolar umas contras as outras - como um efeito lixa - de tal maneira a deixá-las arredondadas como seixos gigantes.



Os seixos geralmente encontrados na natureza também tiveram essa mesma origem. Esses seixos foram erodidos de rochas duríssimas por violento volume de água, e não por rios de baixas velocidades, como ensinam os evolucionistas.O modelo operante aqui é que quanto mais distante da represa, mais tempo a água teve para lixar as pedras umas contra as outras.
Rochas boleadas pela força da água. O mesmo sistema hidrodinâmico do Dilúvio de Gênesis para formar os seixos que conhecemos hoje, (falsamente chamados de "seixos de rios").
(rochas boleadas, mais distantes da represa)

(rochas boleadas, mais distantes da represa)


2. Rochas poliédricas, depositadas mais perto da represa

Já o modelo operante aqui nas fotos abaixo foi que as rochas que ficaram mais perto da represa não tiveram tempo para sofrer a ação erosiva das águas, e portanto, permancem poliédrica como foram arrancadas da perede rochosa.

(rochas poliédricas, mais perto da represa)

(rochas poliédricas, mais perto da represa)

(rochas poliédricas, mais perto da represa)

CONCLUSÃO DE NOSSA PESQUISA:

O arrebentamento da represa de Algodões vem confirmar a tese criacionista de evidências catastrofista para a interpretação das formações rochosas que encontramos hoje sobre a terra. Quando acontece um fenômeno dessa magnitude, nos servirá como laboratório da natureza, reproduzindo em pequena escala o que aconteceu em larga escala do ano do Dilúvio. Para os uniformitarianos gradualistas, toda formação geológica da terra deve ser interpretada em termos uniformitarianos, tendo levando milhões de anos para dar o perfil que a terra tem nos dias de hoje. Com o arrebentamento dessa represa podemos perceber que em poucas horas rochas foram vilentamente arrancadas de sua fonte e boleadas em pouco tempo. Isso contraria a tese de que seixos teriam sido formados por rios pre-históricos que rolaram essas pedras milhares emilhares de anos. Mais uma vez, a natureza dá testemunho do Dilúvio de Gênesis.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

o mito do Dilúvio local


O MITO DO DILÚVIO LOCAL


SE O DILÚVIO DE GÊNESIS FOI LOCAL, ENTÃO DEUS ERROU EM

TUDO QUE PLANEJOU E EM TUDO QUE ORDENOU A NOÉ.



DESNECESSÁRIO: Noé construir uma arca.
SOLUÇÃO: Era só necessário ele caminhar para o outro lado das montanhas, e se livraria da inundação.

DESNECESSÁRIO: Deus colocar animais na arca para escaparem da morte.
SOLUÇÃO: Haviam outros animais em outras localidades para reproduzirem-se.

DESNECESSÁRIO: A arca ser grande suficiente para comportar todas as qualidades de animais vertebrados terrestres que sempre existiram.
SOLUÇÃO: Se somente os animais mesopotâmicos estavam a bordo, a arca deveria ser bem menor.

DESNECESSÁRIO: Os pássaros na arca.
SOLUÇÃO: Eles poderiam simplesmente voar para uma montanha mais próxima.

Podemos dizer então que, se o Dilúvio tivesse sido local, ele teria sido desnecessário!

SE O DILÚVIO TIVESSE SIDO LOCAL, CRISTO TAMBÉM TERIA ERRADO.

Como poderiam as águas subirem a 15 cúbitos (8 metros) acima das montanhas, (Gn 7:20)?
A água sempre procura seu próprio nível. As águas jamais poderiam chegar a esse nível deixando o resto do mundo intocável.

Se o Dilúvio tivesse sido local, as pessoas que morassem na vizinhança não seriam afetadas por ele. Elas escapariam do julgamento de Deus pelos pecados. Se isso acontecesse, o que então Cristo quis dizer quando comparou o julgamento de todos homens com o Dilúvio de Noé? (Mt 24:37-39). Um julgamento parcial nos dias de Noé significaria um julgamento parcial vindouro, e isso não é ensinado nas Escrituras. Deus teria repetidamente quebrado sua promessa de nunca enviar um dilúvio novamente.

CONCLUSÃO
Se o Dilúvio tivesse sido local, teria sido desnecessário.
Crêr num Dilúvio global como ensinam claramente as Escrituras, tem o apoio do senso comum, da ciência, e de Cristo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

foi Noé um marinheiro?

A BARCA DE NOÉ DA SBB (a falsa história do Dilúvio de Noé)

MITOS SOBRE O DILÚVIO DE GÊNESIS: FOI NOÉ UM MARINHEIRO?

SECULARIZAÇÃO E O LIVRO DE GÊNESIS

O que as igrejas têm ensinado sobre o Dilúvio de Gênesis às nossas crianças é uma lenda que certamente o leitor deste blog também aprendeu no departamento infantil de sua igreja. Além de ser uma perversão das Escrituras Sagradas, tal ensinamento tem contribuído para que os nossos jovens não acreditem mais na Bíblia como um livro de verdades científicas. A Igreja Católica Romana já não acredita mais na historicidade da Bíblia; muitos teólogos já abandonaram a idéia de que Bíblia e Ciência convivem bem. Uma postura liberal quanto ao livro de Gênesis tem ganhado muito terreno nesses dias de secularização. A história do Dilúvio de Noé não tem recebido tratamento diferente. A Sociedade Bíblica do Brasil – SBB - tem divulgado uma falsa história do dilúvio bíblico, contando em seus livros que a arca de Noé foi uma barca, e que o Dilúvio bíblico foi um passeio de barco com os animais. Essa versão é a mais comum divulgada no mundo inteiro no universo infantil. Já li críticas severas dos inimigos da Bíblia combatendo a idéia errada de que Noé foi um construtor náutico e marinheiro ao mesmo tempo. Infelizmente essa é a idéia que os pagãos têm do Dilúvio de Gênesis, e que ainda é largamente ensinada nos departamentos infantis das igrejas evangélicas.

UMA CAIXA AO INVÉS DE UM BARCA

O termo hebraico para arca só tem uma tradução: “caixa”. Deus não mandou Noé construir uma barca, pois ele não iria a porto nenhum. Não recebeu coordenadas geográficas, nem tampouco lhe foi ordenado ir para algum lugar. As medidas e o modelo de construção nada têm a ver com construção naval. As instruções recebidas foram para construir uma caixa gigantesca para salvar a família de Noé e os animais. Ao encher a terra com água, a arca flutuaria e depois pousaria no solo ao baixarem as águas do Dilúvio, (Gn 6:20).

DESTRUIÇÃO AO INVÉS DE UM PASSEIO

A idéia de um Dilúvio bíblico é diferente daquela que aprendemos com nossas professoras da EBD. Aprendemos que foi uma chuva, e um passeio de Noé com os animais dentro de uma barca. Se colocarmos o termo “barca de Noé” num instrumento de busca na internet, é possível ver esse cenário aos milhares em festas infantis. É muito difícil alguém representar fielmente o que a Bíblia ensina sobre o Dilúvio de Gênesis. A cultura do mito está estabelecida; quase ninguém acredita nessa história da Barca de Noé como é contada e representada pelos próprios evangélicos e biblicistas. O livro de Gênesis ensina que o Dilúvio bíblico de Noé foi um julgamento universal da humanidade juntamente com a destruição da terra: “Então disse deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os farei perecer juntamente com a terra”,(Gn 6;13). O Dilúvio não foi somente uma chuva. Tudo de ruim que acontece hoje à terra é conseqüência do Dilúvio de Gênesis. A forma (geologia) da crosta terrestre hoje é o resultado de toda perturbação ao planeta provocada pela ira de Deus no ano do Dilúvio. No dizer do Dr. Leonard Brand, “ a terra de hoje é o que sobrou de um planeta inundado”.

As reais medidas e formato da arca de Noé segundo o relato bíblico



A verdadeira representação do Dilúvio de Gênesis

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

as rochas dobradas e o dilúvio de Noé

AS ROCHAS DOBRADAS E O DILÚVIO DE NOÉ

O que as rochas dobradas do sertão pernambucano têm a ver com o dilúvio bíblico de Noé?



O primeiro aspecto relevante dessas rochas é que elas apontam para dois fenômenos geológicos interligados: inundação + tectonismo. Essas rochas dobradas foram movimentadas enquanto ainda eram sedimentos frescos recém depositados por uma grande inundação, camada sobre camadas.

Somente movimentos gigantescos da crosta terrestre poderiam dar esse tipo de formato às rochas dobradas. Isso reúne evidências que apóiam a teoria criacionista que o dilúvio de, ( a 5.000 anos atrás) foi uma séria de fenômenos geológicos globais interligados.


As rochas dobradas evidenciam dois deles: inundação e tectonismo. Dentro do sistema interpretativo criacionista, os movimentos tectônicos coincidem com inundação porque o ano do dilúvio foi o ano em que deu-se a deriva continental, na qual o grande e único continente relatado em Gênesis 1:9 foi quebrado e separado em grandes continentes que podemos ver hoje.





Precisa-se de mais estudos centrados em detalhar o processo que movimentou gingatescas placas continentais. Podemos dizer que as rochas dobradas provam que a Dilúvio de Noé não foi um passeio de barca que Noé fez com os animais (como ensina a Sociedade Bíblica do Brasil), e sim, uma terrível destruição da terra por meio de inundação e quebra da crosta terrestre. Essa perspectiva do dilúvio é exatamente o que Deus prometeu fazer: a morte dos seres vivos + uma destruição geológica do planeta:

Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que farei os farei perecer juntamente com a terra.” Gênesis 6:13



Esses imensos turbiditos inclinados mostram que a crosta terrestre sacudiu o sertão nordestino.
As fotos mostram as camadas de rocha sedimentar inclinadas depois de levantadas por tectonismo.

Todas estas estruturas rochosas estavam paralelas ao solo antes de sofrerem um uplift continental.
Nesta foto percebe-se extensas camadas de calcáreo (veios brancos) depositadas entre os arenitos argilosos que ficaram praticamente em pé depois do tectonismo.
A inclinação desses pactotes sedimentares gigantescos é prova de que no ano do dilúvio de Noé a terra foi terrivelmente abalalada por poderes sísmicos. A terra fendeu-se em sua crosta, muito material vazou para a superfície, e muitos movimentos orogênicos e tectônicas de placas aconteceram completando o caos de destruição em todo planeta.