
O ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE ALGODÕES: UMA MINIATURA DO QUE ACONTECEU NO ANO DO DILÚVIO DE GÊNESIS:
CATASTROFISMO EM PEQUENA ESCALA
CATASTROFISMO EM PEQUENA ESCALA
Durante o inverno de 2009, a barragem de Algodões, situada no município de Cocal da Estação -PI, a 250 quilômetros de Teresina, rompeu-se por acúmulo d´água e instabilidade da construção, derramando sobre um vale, escavado por suas próprias águas, 57 milhões de metros cúbicos de água, no dia 30 de maio de 2009. Como o acidente deu-se em zona rural, algumas casas foram destruídas, algumas pessoas foram arrastadas e mortas pela violência das águas, e um vale misterioso foi formado em poucas horas. As águas diminuiram seu volume no segundo dia.
O grande volume d´água vazou pela latera direita da barragem provocando um imenso rasgo no solo e na parede rochosa formada por turbiditos de sedimentos calcáreos.Esta fota mostra o tipo de material sedimentar erodido e arrastado pelas águas da represa. Em poucas horas a perede foi desgastada e os estratos foram transformados em pequenos pedaços de rochas como esta que está aí no solo. Curiosamente a maioria das rochas enconradas no vale obedecem a um mesmo tamanho. Isto foipossível devido à estrutura do material estarificado.
A HIDRODINÃMICA DO DILÚVIO DE GÊNESIS EM PEQUENA ESCALA
1. Rochas boleadas em poucas horas, depositadas distantes da represa
1. Rochas boleadas em poucas horas, depositadas distantes da represa
Os seixos geralmente encontrados na natureza também tiveram essa mesma origem. Esses seixos foram erodidos de rochas duríssimas por violento volume de água, e não por rios de baixas velocidades, como ensinam os evolucionistas.O modelo operante aqui é que quanto mais distante da represa, mais tempo a água teve para lixar as pedras umas contra as outras.
2. Rochas poliédricas, depositadas mais perto da represa
Já o modelo operante aqui nas fotos abaixo foi que as rochas que ficaram mais perto da represa não tiveram tempo para sofrer a ação erosiva das águas, e portanto, permancem poliédrica como foram arrancadas da perede rochosa.
CONCLUSÃO DE NOSSA PESQUISA:
O arrebentamento da represa de Algodões vem confirmar a tese criacionista de evidências catastrofista para a interpretação das formações rochosas que encontramos hoje sobre a terra. Quando acontece um fenômeno dessa magnitude, nos servirá como laboratório da natureza, reproduzindo em pequena escala o que aconteceu em larga escala do ano do Dilúvio. Para os uniformitarianos gradualistas, toda formação geológica da terra deve ser interpretada em termos uniformitarianos, tendo levando milhões de anos para dar o perfil que a terra tem nos dias de hoje. Com o arrebentamento dessa represa podemos perceber que em poucas horas rochas foram vilentamente arrancadas de sua fonte e boleadas em pouco tempo. Isso contraria a tese de que seixos teriam sido formados por rios pre-históricos que rolaram essas pedras milhares emilhares de anos. Mais uma vez, a natureza dá testemunho do Dilúvio de Gênesis.


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