quarta-feira, 11 de agosto de 2010

as rochas dobradas e o dilúvio de Noé

AS ROCHAS DOBRADAS E O DILÚVIO DE NOÉ

O que as rochas dobradas do sertão pernambucano têm a ver com o dilúvio bíblico de Noé?



O primeiro aspecto relevante dessas rochas é que elas apontam para dois fenômenos geológicos interligados: inundação + tectonismo. Essas rochas dobradas foram movimentadas enquanto ainda eram sedimentos frescos recém depositados por uma grande inundação, camada sobre camadas.

Somente movimentos gigantescos da crosta terrestre poderiam dar esse tipo de formato às rochas dobradas. Isso reúne evidências que apóiam a teoria criacionista que o dilúvio de, ( a 5.000 anos atrás) foi uma séria de fenômenos geológicos globais interligados.


As rochas dobradas evidenciam dois deles: inundação e tectonismo. Dentro do sistema interpretativo criacionista, os movimentos tectônicos coincidem com inundação porque o ano do dilúvio foi o ano em que deu-se a deriva continental, na qual o grande e único continente relatado em Gênesis 1:9 foi quebrado e separado em grandes continentes que podemos ver hoje.





Precisa-se de mais estudos centrados em detalhar o processo que movimentou gingatescas placas continentais. Podemos dizer que as rochas dobradas provam que a Dilúvio de Noé não foi um passeio de barca que Noé fez com os animais (como ensina a Sociedade Bíblica do Brasil), e sim, uma terrível destruição da terra por meio de inundação e quebra da crosta terrestre. Essa perspectiva do dilúvio é exatamente o que Deus prometeu fazer: a morte dos seres vivos + uma destruição geológica do planeta:

Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que farei os farei perecer juntamente com a terra.” Gênesis 6:13



Esses imensos turbiditos inclinados mostram que a crosta terrestre sacudiu o sertão nordestino.
As fotos mostram as camadas de rocha sedimentar inclinadas depois de levantadas por tectonismo.

Todas estas estruturas rochosas estavam paralelas ao solo antes de sofrerem um uplift continental.
Nesta foto percebe-se extensas camadas de calcáreo (veios brancos) depositadas entre os arenitos argilosos que ficaram praticamente em pé depois do tectonismo.
A inclinação desses pactotes sedimentares gigantescos é prova de que no ano do dilúvio de Noé a terra foi terrivelmente abalalada por poderes sísmicos. A terra fendeu-se em sua crosta, muito material vazou para a superfície, e muitos movimentos orogênicos e tectônicas de placas aconteceram completando o caos de destruição em todo planeta.

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