AS ROCHAS DOBRADAS E O DILÚVIO DE NOÉ
O que as rochas dobradas do sertão pernambucano têm a ver com o dilúvio bíblico de Noé?
Somente movimentos gigantescos da crosta terrestre poderiam dar esse tipo de formato às rochas dobradas. Isso reúne evidências que apóiam a teoria criacionista que o dilúvio de, ( a 5.000 anos atrás) foi uma séria de fenômenos geológicos globais interligados.
As rochas dobradas evidenciam dois deles: inundação e tectonismo. Dentro do sistema interpretativo criacionista, os movimentos tectônicos coincidem com inundação porque o ano do dilúvio foi o ano em que deu-se a deriva continental, na qual o grande e único continente relatado em Gênesis 1:9 foi quebrado e separado em grandes continentes que podemos ver hoje.
Precisa-se de mais estudos centrados em detalhar o processo que movimentou gingatescas placas continentais. Podemos dizer que as rochas dobradas provam que a Dilúvio de Noé não foi um passeio de barca que Noé fez com os animais (como ensina a Sociedade Bíblica do Brasil), e sim, uma terrível destruição da terra por meio de inundação e quebra da crosta terrestre. Essa perspectiva do dilúvio é exatamente o que Deus prometeu fazer: a morte dos seres vivos + uma destruição geológica do planeta:
“Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que farei os farei perecer juntamente com a terra.” Gênesis 6:13
0 comentários:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.